HOMENS QUE FIZERAM HISTÓRIA


DOM HÉLDER CAMARA

Dom Hélder foi ordenado padre no dia 15 de agosto de 1931, em Fortaleza. Foi nomeado bispo auxiliar do Rio de Janeiro no dia 3 de março de 1952, foi ordenado bispo, aos 43 anos de idade, no dia 20 de abril de 1952, pelas mãos de Dom Jaime Cardeal de Barros Câmara, Dom Rosalvo Costa Rego, Dom Jorge Marcos de Oliveira.
No dia 12 de março de 1964 foi designado para ser arcebispo de Olinda e Recife, Pernambuco, múnus que exerceu até 2 de abril de 1985.
Destacou-se na defesa dos direitos humanos e políticos no Brasil, de modo particular durante os chamados anos de chumbo.
Teve participação ativa no Concílio Ecumênico Vaticano II, sendo um dos propositores e signatários do Pacto das Catacumbas, um documento assinado por cerca de 40 padres conciliares no dia 16 de novembro de 1965, nas catacumbas de Domitila, em Roma, durante o Concílio Vaticano II, depois de celebrarem juntos a Eucaristia. Este pacto teve forte influência na Teologia da Libertação.
Em fevereiro de 2008 foi encaminhado à Congregação para a Causa dos Santos, no Vaticano, o pedido de beatificação de D. Hélder pela Comissão Nacional de Presbíteros (CNP), vinculada à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB)[1].

OPINIÃO


Luís Carlos, seu blog faz um bem imenso a muita gente.Obrigado por nos manter “historicamente” informados.

*Reginaldo Veloso, ex-Pároco do Morro da Conceição, Assessor das CEBS e do MTC – Movimento de Trabalhadores Cristãos. Eterno lutador do povo.

ANOS DE CHUMBO NO BRASIL


Os Anos de Chumbo foram o período mais repressivo da ditadura militar no Brasil, estendendo-se basicamente do fim de 1968, com a edição do AI-5 em dezembro daquele ano, até o final do governo Médici, em março de 1974.
O período marcou o combate feroz entre a extrema-esquerda e o aparelho policial e militar do Estado. Ocorria, no contexto da Guerra Fria, uma disputa entre o mundo capitalista e o comunista.
A expressão “Anos de chumbo”, usada pela Imprensa, é uma paráfrase do título em português de um filme da cineasta alemã Margarethe Von Trotta (chamado “Die Bleierne Zeit”) sobre a repressão ao grupo revolucionário Baader-Meinhof (Facção do Exército Vermelho) nos anos 70. Foram, provavelmente, os anos de maior progresso econômico da história recente do Brasil, apesar do avanço da inflação que ocasionava o aumento da pobreza e da grande desigualdade social, além do elevado grau de repressão política. Alguns, entretanto, reservam a expressão “anos de chumbo” especificamente para o governo Médici.[1]

SAIBA MAIS http://pt.wikipedia.org/wiki/Anos_de_chumbo