MÉXICO


Códice da história mexicana de 1221 a 1594

Códice da história mexicana de 1221 a 1594

Descrição

Este manuscrito é uma cópia do século XVIII do original que, desde então, encontra-se perdido. Ele relata a história do México de 1221 a 1594. Entre outros eventos, o documento menciona a lendária descoberta de Tenochtitlán (precursora da atual Cidade do México), por Cuauhcohuatl e a morte do imperador Moctezuma (conhecido também como Montezuma). O documento está em náuatle, a principal língua da população indígena do México. A cópia foi feita no México com papel importado da Europa, provavelmente pelo padre José Antonio Pichardo (de 1748 a 1812), que criou muitas outras cópias de manuscritos mexicanos mantidos nas coleções da Biblioteca Nacional da França.

Moctezuma II, o último rei asteca (reinou entre 1502 e 1520)

Moctezuma II, o último rei asteca (reinou entre 1502 e 1520)

Descrição

O Códice Tovar, atribuído ao jesuíta mexicano Juan de Tovar do século XVI, contém informações detalhadas sobre os ritos e cerimônias dos astecas (também conhecidos como mexicas). O códice é ilustrado com 51 pinturas de página inteira em aquarela. Fortemente influenciado por manuscritos pictográficos do período pré-contato, as pinturas são de qualidade artística excepcional. O manuscrito está dividido em três seções. A primeira seção é uma história das viagens dos astecas antes da chegada dos espanhóis. A segunda seção, uma história ilustrada dos astecas, compõe o corpo principal do manuscrito. A terceira seção contém o calendário Tovar. Esta ilustração da segunda seção retrata Moctezuma II segurando uma lança ou cetro, de pé sobre uma esteira de junco e ao lado de um trono de vime, de barba e usando uma dragona de penas de quetçal. Próximo a ele há uma coroa. Moctezuma II (reinou entre 1502 e 1520), cujo nome também incluía Xocoyotzin ou “Senhor amargo”, foi o nono imperador asteca, o filho de Axayacatl e bisneto de Moctezuma I (também visto como Montezuma I). Ele se rendeu aos espanhóis em 1520. A coroa é um sinal da soberania de Moctezuma.

Os ritos funerários de Auitzotl

Os ritos funerários de Auitzotl

Descrição

O Códice Tovar, atribuído ao jesuíta mexicano Juan de Tovar do século XVI, contém informações detalhadas sobre os ritos e cerimônias dos astecas (também conhecidos como mexicas). O códice é ilustrado com 51 pinturas de página inteira em aquarela. Fortemente influenciado por manuscritos pictográficos do período pré-contato, as pinturas são de qualidade artística excepcional. O manuscrito está dividido em três seções. A primeira seção é uma história das viagens dos astecas antes da chegada dos espanhóis. A segunda seção, uma história ilustrada dos astecas, compõe o corpo principal do manuscrito. A terceira seção contém o calendário Tovar. Nesta ilustração da segunda seção, uma múmia é mostrada sentada em um trono de vime com o glifo de Auitzotl, uma coroa, enfeite de penas feitas de plumas de quetçal, um colar de jade e três homens ao fundo. A múmia está sangrando. A múmia de Auitzotl, com seu glifo e outros símbolos de sua realeza, é mostrada na segunda fase dos ritos fúnebres dos astecas, a cremação. Os três homens ao fundo representam os escravos que eram sacrificados quando um imperador morria. Auitzotl, ou Ahuitzotl (reinou entre 1486 e 1502), o oitavo imperador asteca, filho de Moctezuma I (ou Montezuma) e irmão de Axayacatl e Tizoc, ampliou o Império Asteca à sua maior dimensão. Ele morreu de uma doença degenerativa. Seus ritos funerários são descritos em um outro manuscrito importante, o Códice Durán. Auitzotl é representado pelo auitzotl ou ahuitzote, uma espécie de rato espinhento ou lontra que vivia no lago em que Tenochtitlan foi construída. Para os antigos mexicanos, era uma criatura mitológica assustadora que existiu para apanhar os homens para o deus da chuva, Tlaloc.

O ritual asteca de oferta contra a seca

O ritual asteca de oferta contra a seca

Descrição

O Códice Tovar, atribuído ao jesuíta mexicano Juan de Tovar do século XVI, contém informações detalhadas sobre os ritos e cerimônias dos astecas (também conhecidos como mexicas). O códice é ilustrado com 51 pinturas de página inteira em aquarela. Fortemente influenciado por manuscritos pictográficos do período pré-contato, as pinturas são de qualidade artística excepcional. O manuscrito está dividido em três seções. A primeira seção é uma história das viagens dos astecas antes da chegada dos espanhóis. A segunda seção, uma história ilustrada dos astecas, compõe o corpo principal do manuscrito. A terceira seção contém o calendário Tovar. Nesta ilustração da segunda seção, três sacerdotes levam oferendas e andam ao lado de um riacho no qual são lançados os pássaros decapitados. Os sacerdotes usam colares de pedras verdes ou chalchiuitl (jade) e seus cabelos longos estão amarrados com três arcos vermelhos. Dois dos sacerdotes usam um cocar de flores. Todos os homens carregam sacos ou bolsas. Um deles carrega um cajado e um incensório com incenso asteca ou copal (ou copalli, uma resina seca de várias árvores); outro assopra uma concha e o terceiro torce o pescoço de um pássaro. Um cacto com flores descansa em uma ilha no meio da água. As pombas decapitadas eram uma oferta do ritual contra a seca. A concha era muitas vezes utilizada em cerimônias religiosas. O símbolo do cactos com flores representa Tenochtitlan. Sob o reinado de Ahuitzotl (ou Auitzotl, reinou entre 1486 e 1502), o México sofreu uma grande seca. Ahuitzotl construiu uma represa na fonte do Acuecuexco situado em Coyoacan

FONTE: BIBLIOTECA MUNDIAL DIGITAL

AMBULANTE NA BAHIA


Uma Vendedora Ambulante da Bahia

Descrição

A Coleção Thereza Christina Maria é composta por 21.742 fotografias, reunidas pelo Imperador Pedro II ao longo de sua vida e por ele doadas à Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção abrange uma ampla variedade de temas. Documenta as conquistas do Brasil e do povo brasileiro no século XIX, e também inclui muitas fotografias da Europa, África e da América do Norte. Em 1862, o governo da Espanha, sob a Rainha Isabella II, enviou uma equipe de naturalistas para a América do Sul para coletar objetos para os museus espanhóis. A missão ficou conhecida como a Comissão Científica do Pacífico. Rafael Castro y Ordóñez, um desenhista da comissão, documentou a viagem em fotografias, produzindo um registro pictórico da diversidade étnica e cultural das Américas, em meados do século XIX. Esta fotografia foi feita no estado litorâneo da Bahia. Um dos centros de cultivo de açúcar do Brasil, foi também lar para a maioria dos escravos do país.

Uma Vendedora Ambulante da Bahia
Uma Vendedora Ambulante da Bahia

FONTE: BIBLIOTECA MUNDIAL DIGITAL

IMIGRAÇÃO JAPONESA PARA O BRASIL


Orientação para candidatos camponeses sobre como emigrar para o Brasil (edição de 1932)

Descrição

Este folheto foi publicado pela Federação das Associações de Imigração, que era apoiada pelo governo japonês, com a finalidade de recrutar migrantes do Japão para outros países. Ele explica as condições, os preparativos e o processo de candidatura para a emigração ao Brasil. A emigração japonesa para o Brasil começou em 1908 e alcançou seu pico em 1926-1935. Após a abolição da escravatura no Brasil, em 1888, o governo do Brasil voltou-se para os imigrantes para enfrentar uma escassez de trabalho na indústria do café que ganhava cada vez mais importância. Imigrantes europeus, principalmente italianos, preencheram a lacuna no início, posteriormente completada pela chegada dos imigrantes do Japão, onde a pobreza rural era generalizada e a economia estava lutando para se modernizar e para reabsorver os soldados que estavam retornando após a Guerra Russo-Japonesa (1904-1905).

FONTE: BIBLIOTECA DIGITAL MUNDIAL

Aprendendo português (a bordo do Seattle-Maru, em junho de 1917)

Descrição

Esta fotografia mostra japoneses que estavam emigrando para o Brasil aprendendo Português a bordo do navio Seattle-Maru em 1917. O navio levou cerca de 80 dias navegando a partir do porto de Kobe, no Japão, para o porto de Santos, no Brasil. A emigração japonesa para o Brasil começou em 1908 e alcançou seu pico em 1926-1935. Após a abolição da escravatura no Brasil, em 1888, o governo do Brasil voltou-se para os imigrantes para enfrentar uma escassez de trabalho na indústria do café que ganhava cada vez mais importância. Imigrantes europeus, principalmente italianos, preencheram a lacuna no início, posteriormente completada pela chegada dos imigrantes do Japão, onde a pobreza rural era generalizada e a economia estava lutando para se modernizar e para reabsorver os soldados que estavam retornando após a Guerra Russo-Japonesa (1904-1905).

RECIFE ANTIGO


Descrição

A Coleção Thereza Christina Maria é composta por 21.742 fotografias, reunidas pelo Imperador Pedro II ao longo de sua vida e por ele doadas à Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção abrange uma ampla variedade de temas. Documenta as conquistas do Brasil e do povo brasileiro no século XIX, e também inclui muitas fotografias da Europa, África e da América do Norte. A cidade portuária de Recife, que aparece nesta fotografia, foi uma das primeiras colônias no Brasil. Estabelecida no final da década de 1500 pelos portugueses, ficou sob o domínio holandês durante parte do século XVII. Em seus primórdios, a cidade de Recife possuía uma população de judeus bastante grande e era, também, um ponto de entrada para muitos escravos africanos. A influência desta mistura de culturas no caráter da cidade de Recife continuou no século XIX, quando esta fotografia foi tirada por Mortiz Lamberg, que trabalhava no estúdio de Alberto Henschel. Henschel, de origem alemã, foi um dos fotógrafos retratistas mais prolíficos do Brasil. Posteriormente, Lamberg tornou-se um fotógrafo respeitado por seus próprios méritos, publicando o livro de fotografias Brasilien.

FONTE: BIBLIOTECA MUNDIAL DIGITAL

CANDOMBLÉ NA BAHIA


Ritual de Dança do Candomblé na Bahia (Brasil)

Descrição

Esta fotografia do Brasil mostra um grupo de mulheres, em vestidos tradicionais de origem africana, durante uma dança ritual. A dança e o vestuário estão relacionados ao candomblé, uma religião baseada em tradições africanas, com elementos emprestados da religião cristã, que é praticada principalmente no Brasil. A fotografia é da coleção da Biblioteca Comemorativa de Colombo, da Organização dos Estados Americanos (OEA), que inclui 45.000 fotografias ilustrativas da vida e da cultura nas Américas, muitas feitas por proeminentes fotógrafos em missões aos países membros da OEA. A OEA foi fundada em abril de 1948 por 21 nações do hemisfério ocidental, que adotaram um estatuto reafirmando seu compromisso com objetivos comuns e o respeito pela soberania de cada um. Desde então, a OEA se expandiu, incluindo as nações do Caribe de língua inglesa, bem como o Canadá. O organização que antecedeu a OEA foi a União Pan-Americana, fundada em 1910 que, por sua vez, se originou da União Internacional das Repúblicas Americanas, estabelecida durante a Primeira Conferência Internacional dos Estados Americanos, em 1889-90.

FONTE: BIBLIOTECA MUNDIAL DIGITAL