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POR QUE PAGAMOS IMPOSTOS?


QUAIS OS 10 PAÍSES COM MAIS IMPOSTOS NO MUNDO?

João Marcos Oliveira2 de outubro de 2020

Um dos assuntos mais falados nos últimos dias é o desdobramento da reforma tributária, tão aguardada pela população. Do mesmo modo, falar sobre impostos no Brasil (e no mundo) é algo bem delicado.

Nós brasileiros temos a grande impressão de que pagamos a mais alta carga tributária do mundo, e cobramos por não ver resultados nas ações do governo.

Mas será que é isso mesmo? O Brasil tem uma das maiores cargas tributárias do mundo?

Portanto, esse post vai responder essa questão tão delicada. Vem comigo que eu vou te explicar pra que servem os impostos e fazer uma lista com os 10 países com mais impostos. 

PARA QUE SERVEM OS IMPOSTOS?

Antes de mais nada, vamos começar lá do princípio. A grande questão.

Para que nós pagamos impostos?

A princípio, para explicar de uma maneira mais simples, podemos dizer que nós, como sociedade, nos organizamos em grande parte como uma democracia. No modelo democrático brasileiro, nós possuímos 3 poderes:

Você já deve ter ouvido falar sobre cada um deles, e não cabe a nós nesse post entrar nesse assunto. O ponto é, esses três poderes se reúnem para “gerenciar” a sociedade como um todo. 

É o que chamamos de Estado.

Pois bem, o Estado tem a função de organizar a sociedade. Seja nas suas relações interpessoais, trabalhistas ou econômicas.

Desse modo, fica sob responsabilidade dele providenciar serviços básicos para a sociedade.  Os principais são saúdesegurança e educação. 

Assim, para que o governo ofereça todos esses serviços, toda a sociedade tem que contribuir com o dinheiro que ganha para a máquina continuar funcionando. Isso nós chamamos de imposto, que pagamos para que o governo tenha sua”renda”. 

Note que não falei sobre a origem do imposto na sociedade, mas apenas dei um exemplo prático de como a sociedade funciona e pra que serve o imposto.

Dessa forma, essa renda auferida pelo governo por meio dos impostos é que vai definir o orçamento público. Ou seja, quanto que o governo vai poder gastar para se manter e para oferecer os serviços básicos (incluindo outros serviços e transferências). 

Essa é a renda do governo, e subtraída dos seus gastos, teremos o resultado no final do período. Déficit caso o governo gaste mais do que arrecada ou superávit, caso o governo gaste menos no que arrecada. 

QUAIS AS MAIORES CARGAS TRIBUTÁRIAS DO MUNDO?

Cada país em sua própria carga tributária, ou seja, tem o nível de impostos que cobra de sua população. 

Como as condições econômicas de cada um são diferentes, cobrar menos impostos não é necessariamente melhor. O mesmo acontece com o contrário, cobrar mais impostos.

Vamos então à lista dos países com as maiores cargas tributárias do mundo:

1°- DINAMARCA

A Dinamarca é um país escandinavo, que se encontra no norte da Europa, constituído por uma península e diversas ilhas ao redor. É terra natal dos Vikings, assim como a Noruega e a Suécia. 

A carga tributária do país representa cerca de 45% do PIB do país.

Da mesma forma, pelo fato do país apresentar ótimos índices de igualdade e qualidade de vida, a população não acha que os impostos cobrados são abusivos.

2°- FINLÂNDIA

Em segundo lugar na lista, outro país de origens escandinavas, e que também foi habitado por Vikings. O país fica no norte da Europa, um pouco mais próximo do Reino Unido.

Da mesma forma, a Finlândia mesmo que apresentando uma alta carga tributária (44% do PIB), não causa descontentamento em sua população, pelo fato de possuir altos índices de igualdade socieconômicas. 

3°- BÉLGICA 

A Bélgica é um país que fica no oeste da Europa, e é muito conhecido por suas torres medievais, arquitetura renascentista e pela sede da União Europeia.

A carga tributária do país corresponde a 43,2% do PIB.

4°- FRANÇA

A França, também muito conhecida por sua culinária e pelo seu principal ponto turístico, a Torre Eiffel.

Além de ser um dois maiores países Europeus, possui uma das maiores cargas tributárias do mundo, que corresponde a 43% do Produto Interno Bruto do país. 

Dessa forma, muito dos tributos incidem no país sobre grandes fortunas, o que desencadeia um processo de “fuga” de capitais para o mercado imobiliário de Portugal. 

5°- ITÁLIA 

A Itália, conhecida como a “bota” no sul da Europa, no mar mediterrâneo, também famosa por suas massas e pelo vaticano. 

A carga tributária do país corresponde a 42,6% do PIB do país.

MAIS ADIANTE NA LISTA…

6°- SUÉCIA: 48,8%

7° – ÁUSTRIA: 42,5%

8°- NORUEGA: 40,8%

9°- LUXEMBURGO: 39,3%

10°- HUNGRIA: 38,9%

ONDE ENTRA O BRASIL NESSA HISTÓRIA?

O Brasil se encontra no 14° lugar dessa lista, com uma carga tributária que representa 35,4% do Produto Interno Bruto.  

Dessa forma, mesmo fora do Top 10, o Brasil apresenta uma alta carga tributária. A segunda maior da América Latina, atrás apenas de Cuba. 

Um dos grandes problemas da alta carga tributária no país é a forma como ela é cobrada, incidindo em grande parte sobre o consumo (prejudicando os mais pobres). Além disso, problemas como a alta quantidade de impostos causam um encarecimento das atividades empresariais. 

Esses são alguns dos principais argumentos a favor da Reforma Tributária, além do fato de que a população não vê retorno na grande quantidade de impostos que paga.

ARTE


Pessoal,
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Desfrutemos ao máximo deste incrível tesouro.

CRIANÇAS INDÍGENAS MORTAS NO CANADÁ


Restos mortais de 215 crianças são achados enterrados perto de escola no Canadá

Crianças, em sua maioria indígenas, foram separadas das famílias e forçadas a frequentar escolas residenciais no país; instituição foi fechada nos anos 1970

Investigação descobre crime inusitado no Canadá

Foto: Andrew Snucins/The Canadian Press/AP

Uma horrível descoberta que levou décadas, e para alguns sobreviventes da Kamloops Indian Residential School, no Canadá, a confirmação de que crianças de apenas 3 anos foram enterradas nas dependências da escola somatiza com a tristeza que carregaram por toda a vida.

“Eu perdi meu coração, foi muito doloroso finalmente ouvir o que presumimos que estava acontecendo lá”, disse Harvey McLeod, que frequentou a escola por dois anos no final dos anos 1960, em uma entrevista por telefone para a CNN, nesta sexta-feira (28).https://d-14036818781753651931.ampproject.net/2105150310000/frame.html

“A história é tão irreal, e ontem se tornou real para muitos de nós nesta comunidade”, disse ele.

A comunidade Tk’emlúps te Secwépemc no interior sul da Colúmbia Britânica, onde a escola estava localizada, divulgou um comunicado na quinta-feira (27) dizendo que uma “perda impensável foi anunciada, mas nunca fora documentada”.

“No fim de semana passada, com a ajuda de um especialista em radar de penetração no solo, a verdade nua e crua das descobertas preliminares veio à tona – a confirmação dos restos mortais de 215 crianças que eram alunos da Escola Residencial Indígena Kamloops”, disse a chefe Rosanne Casimir, da comunidade Tk’emlúps te Secwépemc.

“Pelo que sabemos, essas crianças desaparecidas tiveram mortes não registradas”, disse ela no comunicado.

Por décadas, McLeod disse que ele e ex-alunos se perguntavam o que teria acontecido com amigos e colegas de classe.

“Às vezes as pessoas não voltavam, ficávamos felizes por eles, pensávamos que haviam fugido, sem saber se o fizeram ou o que quer que lhes tenha acontecido”, disse McLeod. 

“Haviam discussões que isso pode ter acontecido, que eles poderiam ter morrido”, afirmou ele, acrescentando: “O que eu percebi ontem foi o quão forte eu era, quando menino, o quão forte eu era para estar aqui hoje, porque eu sei que muitas pessoas não foram para casa”

A escola Kamloops Indian Residential foi uma das maiores do Canadá e funcionou do final do século 19 ao final da década de 1970. Foi aberta e administrado pela Igreja Católica até que o governo federal o assumiu no final dos anos 1960.

A instituição fechou permanentemente cerca de uma década depois, e agora abriga um museu e uma instalação comunitária com eventos culturais e memoriais.

Líderes comunitários dizem que a investigação continuará em conjunto com o Gabinete Legista da Colúmbia Britânica e que a comunidade e os funcionários do governo garantirão que os restos mortais sejam protegidos e identificados. A legista-chefe Lisa Lapointe emitiu um comunicado dizendo que seu escritório está no início do processo de coleta de informações.

“Reconhecemos a devastadora, trágica e dolorosa  história que o sistema de escolas residenciais canadenses causou a tantos, e nossos pensamentos estão com todos aqueles que estão de luto hoje”, disse ela.

Em 2015, a Comissão de Verdade e Reconciliação do Canadá divulgou um relatório detalhando o legado prejudicial do sistema escolar residencial do país. Milhares de crianças, em sua maioria indígenas, foram separadas de suas famílias e forçadas a frequentar escolas residenciais.

O relatório detalhou décadas de abusos físicos, sexuais e emocionais sofridos por crianças em instituições governamentais e eclesiásticas.

‘Capítulo horrível na história canadense’

“As notícias que restaram foram encontradas na antiga escola residencial Kamloops, partem meu coração – é uma dolorosa lembrança daquele capítulo sombrio e vergonhoso da história de nosso país. Meus pensamentos estão com todos os afetados por esta notícia angustiante. Estamos aqui para ajudá-los”, tuitou o primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, nesta sexta-feira.

Em uma entrevista à CNN, Carolyn Bennett, ministra canadense das Relações Coroa-Indígenas, disse que essa revelação fala a todos os canadenses sobre uma “verdade muito dolorosa” e um “capítulo horrível da história canadense”.

“Esta foi a razão pela qual cinco dos apelos à ação da Comissão de Verdade e Reconciliação queriam que lidássemos com as crianças desaparecidas e as sepulturas não marcadas, porque eles sabiam que havia muito mais do que eles puderam averiguar nas audiências,” disse Bennett.

A comissão recomendou 94 apelos à ação. Grupos de direitos indígenas afirmam que poucos deles foram implementados, incluindo a necessidade de saúde e igualdade educacional entre crianças indígenas e não indígenas.

Em 2019, Trudeau disse que ele e seu governo aceitaram que o dano causado aos povos indígenas no Canadá equivalia a genocídio, dizendo na época que o governo avançaria para “acabar com esta tragédia em curso”.

McLeod diz que o sistema de escolas residenciais marcou gerações em sua família e os abusos que ele sofreu na escola em Kamloops o aterrorizaram, sua família e seus colegas de classe.

“O abuso que me aconteceu foi físico, sim, foi sexual, sim, e em 1966 eu era uma pessoa que não queria mais viver, isso me mudou”, disse McLeod, comparando o trauma que sofreu ao de um prisioneiro de guerra.

Ele diz que entrou na escola em 1966, com a maioria de seus irmãos. “Sete de nós fomos ao mesmo tempo, a mesma escola que minha mãe e meu pai frequentaram, não havia opção, era uma exigência, era a lei. E eu só posso imaginar o que minha mãe e meu pai, como eles se sentiram, quando deixaram alguns de nós lá sabendo o que eles vivenciaram naquela escola”, disse.

Como foi documentado pela Comissão de Verdade e Reconciliação, muitas das crianças em escolas residenciais não receberam cuidados médicos adequados, com algumas morrendo prematuramente de doenças como tuberculose.

A comissão estima que mais de 4.000 crianças morreram enquanto frequentavam escolas residenciais durante um período de várias décadas, mas o relatório final da comissão reconhece que era impossível saber o número verdadeiro.

McLeod diz que a descoberta desta semana em sua antiga escola já ajudou os membros da comunidade que ele conhece a discutir o abuso que sofreram e o trauma intergeracional que isso causou.

Ele diz que gostaria de se dedicar à cura e agora quer evitar apontar dedos ou culpar.

“Eu perdoei, perdoei meus pais, perdoei meus abusadores, quebrei a corrente que me prendia naquela escola, não quero mais morar lá. Mas, quero me certificar que as pessoas que não voltaram para casa serão reconhecidas e respeitadas”, finalizou.

Fonte: CNN