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JARDS MACALÉ


*SONORA COLETIVA Conversa com JARDS MACALÉ*

_Um dos artistas mais importantes do país, Jards Macalé conversa sobre música, cultura e arte no próximo Sonora Coletiva, transmitido pelo canal do multiHlab, no YouTube, no dia 12, às 19h _

Na ativa desde os anos 1960, Jards Macalé é um dos nomes mais importantes da chamada Música Popular Brasileira de sua geração. Mas a vida de músico profissional nunca foi suficiente para seus múltiplos talentos, para sua inquietude artística. Por conta disso sempre teve um canal aberto para as diferentes formas de arte. Do amigo e artista Helio Oiticica ganhou o penetrável “Macaléia”; o cineasta Nelson Pereira dos Santos o transformou em ator em “Amuleto de Ogum”, e Macalé ainda fez a esmerada trilha sonora do filme; já o poeta Waly Salomão tornou-se seu grande parceiro em obras-primas como “Vapor barato”, “Mal secreto”, “Anjo Exterminado”. Outros parceiros poetas e letristas, como Capinam (“Movimento dos barcos”), Torquato Neto (“Let’s play that”) e Duda Machado (“Hotel das estrelas”),reforçam a versatilidade do compositor.

Essa longa, bem sucedida e múltipla carreira é o tema do bate-papo com Jards Macalé que acontecerá na quinta-feira (dia 12), às 19h, com transmissão pelo Canal multiHlab, no YouTube, como parte das atividades do Sonora Coletiva, vinculado à revista Coletiva, da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj). Na ocasião, Macalé conversará com os pesquisadores Allan Monteiro, Cristiano Borba e Túlio Velho Barreto, que desenvolvem atividades no Núcleo de Imagem, Memória e História Oral (NIMHO), do Centro de Documentação e de Estudos da História Brasileira (Cehibra), coordenado por pesquisadores da Fundaj, entre eles Sylvia Couceiro e Cristiano Borba, registrando depoimentos de artistas e pessoas envolvidas com as cenas musicais de Pernambuco entre 1970 e 2000.

Com uma vasta discografia e interpretado pelos maiores nomes de nossa MPB, de Nara Leão e Maria Betânia a Adriana Calcanhotto e Tim Bernardes, Macalé teve relançado em vinil, em 2012, de seu primeiro álbum “Jards Macalé”, de 1972. Já em 2016 foi lançado uma caixa com quatro de seus primeiros discos pelo selo Discobertas – o já citado “Jards Macalé” (1972) e “Aprender a nadar” (1974), além de duas compilações de fonogramas raros e inéditos. Em 2015, o artista gravou seu primeiro DVD ao vivo no Theatro São Pedro, em Porto Alegre, dirigido pela cineasta Rejane Zilles. A obra teve a participação de Luiz Melodia, Zeca Baleiro e sua vigorosa banda, formada por seis jovens músicos.

Após vinte anos sem lançar um trabalho de composições inéditas Jards Macalé lançou o aclamado álbum BESTA FERA, onde apresenta a expressão exata de sua atualidade provocadora. O projeto foi realizado através do programa de patrocínios Natura Música e é um convite irrecusável para que novos ouvintes adentrem em seu universo sonoro único. O novo álbum está disponível nas plataformas digitais, em CD e vinil. Sob direção musical do próprio Jards, direção artística de Rômulo Fróes e produção musical de Kiko Dinucci e Thomas Harres, o trabalho conta com parceiros como Ava Rocha, Capinam, Clima, Ezra Pound, Kiko Dinucci, Rodrigo Campos, Romulo Fróes, Thomas Harres e Tim Bernardes, e renova a composição de Macalé.

*SAIBA MAIS *

SONORA COLETIVA é o canal experimental da revista eletrônica de divulgação científica COLETIVA, publicada pela Fundaj. Sediada no Recife, a revista disponibiliza dossiês temáticos com uma perspectiva de diálogo entre saberes acadêmicos e outras formas de conhecimento, prezando pela diversidade sociocultural e liberdade de expressão. É voltada para um público amplo, curioso e crítico. O projeto integra o ProfSocio, o multiHlab e a Villa Digital, envolvendo ainda as diversas diretorias da Fundaj.

*SERVIÇO*

LIVE – SONORA COLETIVA conversa com JARDS MACALÉ

12 AGOSTO (quinta-feira)

19h

Canal do MultiHlab no YouTube

Participação de Allan Monteiro, Cristiano Borba e Túlio Velho Barreto (Fundaj)

CICLOS DE DIÁLOGOS FORMATIVOS: EDUCAÇÃO, HISTÓRIA E DIREITOS DOS POVOS INDÍGENAS E QUILOMBOLAS


Ciclo de Diálogos Formativos: Educação, História e Direitos dos Povos Indígenas e Quilombolas do Semiárido Pernambucano

Você é noss@ convidad@ especial!

TEMA: Povos Indígenas e Quilombolas do Semiárido Pernambucano: questionamentos às narrativas históricas
DATA: 12/08/2021
HORA: 19:00h

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HISTÓRIA DO DIA DO ESTUDANTE



No dia 11 de agosto, é comemorado, no Brasil, o Dia do Estudante. Essa comemoração acontece desde o ano de 1927 e teve como ponto de partida algo que ocorreu 100 anos antes, isto é, em 1827, na época do recém-instituído Império Brasileiro. Em 11 de agosto de 1827, o então imperador Dom Pedro Iautorizou a criação das duas primeiras faculdades do Brasil, a Faculdade de Direito de Olinda, em Pernambuco, e a Faculdade de Direito do Largo do São Francisco, em São Paulo. Por esse motivo, no dia 11 de agosto, também se comemora Dia do Advogado no Brasil.

Dada a importância crucial que as faculdades de Direito tiveram no processo de consolidação do ensino superior e do execício da vida intelectual no Brasil, grande parte dos responsáveis por “pensar o Brasil”, interpretar nossa história e definir e compreender nossa formação teve a sua base intelectual como bacharéis em Direito.

Oficialização da data

Sendo assim, em 11 de agosto de 1927, cem anos após a criação das referidas faculdades, houve uma comemoração em homenagem a elas. O advogado Celso Gand Ley, que estava participando das comemorações, sugeriu aos demais participantes que, na mesma data, fosse instituído o Dia do Estudante, já que, mais do que símbolo do início dos cursos jurídicos no Brasil, as faculdades de Direito eram também ícones da história da educação brasileira.

A sugestão de Gand Ley foi acatada e, desde então, o Dia do Advogado e o Dia do Estudante são comemorados na mesma data. Houve ainda, dez anos depois, em 1937 – ano em que teve início a ditadura do Estado Novo de GetúlioVargas –, a criação da União Nacionaldos Estudantes (UNE), fato que “fez coro” para reforçar o dia dedicado aos estudantes.

Dia Internacional do Estudante

No âmbito internacional, o Dia do Estudante é comemorado em 17 de novembro e faz referência à resistência estudantil à ocupação nazista na antiga Tchecoslováquia, em 1939. Tal data foi escolhida pelo Conselho Internacional de Estudantes (que hoje é a atual União Internacional dos Estudantes), em 1941, na capital da Inglaterra, como forma de homenagear à referida resistência e, sobretudo, um dos jovens participantes, Jan Opletal, que acabou indo a óbito em 11 de novembro de 1939.

Por Me. Cláudio Fernandes

Fonte: Brasil Escola