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HISTÓRIA DAS MÍDIAS E REDES SOCIAIS


Bom, como mídias sociais e redes sociais são dois termos diferentes, porém que possuem diversas semelhanças é fundamental que a história seja descrita em companhia.

Dessa forma, provavelmente você sabe que as duas nomenclaturas foram apenas adaptadas para serem usadas na web, deste modo, surgiram antes que a internet ao menos existisse.

A mídia a.C. – Serviço Postal

Acredita-se que a mídia social tenha nascido em 2400 a.C. com o famoso serviço postal.

Assim sendo, essa mídia era utilizada pelos egípcios para a distribuição de decretos para outros territórios distantes.

Portanto, note que essa é uma mídia, tendo em vista que era extensa e não se enquadrava em uma comunicação limitada.

Anos 1700 e 1800 – A criação da primeira rede social

Anos mais tarde outro tipo de mídia social surgiu mediante a criação de Samuel Finley Breese Morse em 1791.

Basicamente Morse foi responsável pelo desenvolvimento de um aparelho nomeado “telégrafo” usado para o encaminhamento e o recebimento de correspondências a distância.

Gradativamente os anos de 1800 foram marcados por duas criações incríveis, a nova mídia social chamada de rádio, da qual até os dias de hoje usamos.

Além disso, houve a origem da primeira rede social, o telefone criado acidentalmente por Alexander Graham Bell.

Anos 1900 – O grande desenvolvimento das mídias e redes sociais

Primeiro de tudo, precisamos falar sobre uma mídia criada em 1923, estruturada a partir da junção de peças eletrônicas que haviam acabado de ser produzidas e consequentemente se tornaram o primeiro protótipo da televisão.

Assim sendo, em 1966 vale destacar a criação de Ray Tomlinson, um programador que desenvolveu a segunda rede social, conhecida como e-mail, tendo como o objetivo principal o envio e recebimento facilitados de mensagens.

Em seguida, podemos destacar a origem da CompuServe e também da Arpanet, os primeiros serviços que disponibilizaram a conexão a internet.

Deste modo, de agora em diante diversas mídias sociais e redes sociais foram desenvolvidas por nomes brilhantes da nossa história.

Portanto, Usenet, bulletin board system (BBS), Internet Relay Chat, Listserv, SixDegrees, Blogger e o LiveJournal são alguns exemplos de softwares, redes e principalmente mídias elaboradas nessa época.

E infelizmente não seria possível citar todas porque somente nos anos de 1900 houve a criação de milhares de mídias e redes que seguiram dois rumos, o desenvolvimento ou o desaparecimento em meio a tantas opções.

Anos 2000 – Crescimento das redes sociais

Por fim, nos anos 2000 podemos destacar o gigantesco crescimento das redes sociais e especialmente a utilização da internet.

A partir dos anos 2000 redes como Facebook, Instagram, WhatsApp, YouTube, LinkedIn, Twitter, Pinterest, Orkut, dentre outros, foram desenvolvidas e começaram a abrigar bilhões de usuários.

Além disso, podemos destacar também a evolução de empresas como o Google, que passou a oferecer ainda mais serviços e atualmente está presente no ranking das empresas mais valiosas do mundo.

Com isso, os donos de negócios e responsáveis pelo marketing começaram a enxergar a partir dos anos 2000, outro ambiente para a propagação de suas divulgações, as mídias e redes do mundo digital.

E provavelmente foi esse crescimento grandioso que fez com que você procurasse por informações sobre a história das mídias sociais e redes sociais para aperfeiçoar ainda mais os seus métodos usados.

Fonte: Expertdigital.net

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MÁQUINAS PODEM ESMAGAR HUMANOS | I.A.


O vencedor do prêmio Nobel de economia de 2002, Daniel Kahneman, fez um comentário intrigante sobre a inteligência artificial em uma entrevista em ocasião do lançamento de seu mais novo livro, “Noise: Uma falha no julgamento humano”. Segundo ele, em uma batalha não muito distante entre robôs e humanos no campo intelectual, as máquinas vão “esmagar” a humanidade.

“Claramente a inteligência artificial vai vencer [contra a inteligência humana]. Não chegaremos nem perto”, disse Kahneman, ao jornal britânico The Guardian. “Como as pessoas vão se ajustar a isso é um problema fascinante”, completou o economista.

Para o economista israelense, nós estamos despreparados para a forma como a inteligência artificial vai penetrar no mundo a médio prazo. Além disso, segundo ele, a pandemia da Covid-19 mostrou como a mente humana é despreparada para fazer matemática básica e, com um vírus capaz de se replicar em progressão geométrica, a situação saiu facilmente do controle.

Linear x exponencial

“Fenômenos exponenciais são quase impossíveis de entender”, disse ele. “Temos muita experiência em um mundo mais ou menos linear. E se as coisas estão acelerando, geralmente estão acelerando dentro do razoável”, continua. “A mudança exponencial é realmente outra coisa. Não estamos equipados para isso. Leva muito tempo para educar a intuição”, conclui.

Kahneman acredita que é por isso que a inteligência artificial deve nos vencer, seu desenvolvimento não é linear. “A tecnologia está se desenvolvendo muito rapidamente, possivelmente de forma exponencial. Mas as pessoas são lineares. Quando as pessoas lineares se deparam com uma mudança exponencial, elas não serão capazes de se adaptar a isso com muita facilidade”, defende o teórico.

Por fim, o economista cita as áreas nas quais acredita que os humanos serão substituídos em breve. Uma das apostas é o campo da medicina diagnóstica, mas o que mais o assusta são os chamados cargos de liderança. “Uma vez que seja comprovadamente verdade que você pode ter uma IA com, digamos, um julgamento de negócios muito melhor, o que isso fará com a liderança humana?”, questiona.

Por que levar a sério?

A opinião de Daniel Kahneman é algo que deve ser levado em consideração, já que o economista é um dos precursores da chamada economia comportamental. Seu prêmio Nobel veio de uma pesquisa pioneira na chamada “teoria da perspectiva”.

Essa linha de pesquisa busca explicar como as pessoas racionalizam a diferença entre seus ganhos e suas perdas em investimentos. Além disso, visa racionalizar a diferença entre ganhos, perdas e o funcionamento dos limites das pessoas no que tange a aversão e o apetite aos riscos.

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