Povos Indígenas e Quilombolas do Semiárido Pernambucano: questionamentos às narrativas históricas


Ciclo de Diálogos Formativos: Educação, História e Direitos dos Povos Indígenas e Quilombolas do Semiárido Pernambucano, promovido pelo IF Sertão Pernambucano, Campus Petrolina em parceria com o Instituto Cultural Raízes.

PANORAMA HISTÓRICO DA ÓPERA E A ÓPERA NO BRASIL ATUAL | 📌 EVENTO


Compositor, poeta, diretor e pesquisador pernambucano, Armando Lôbo desenvolve gêneros e estilos musicais diversos, com o uso de matizes experimentais e simbiose intensa com a literatura, história, artes visuais e filosofia.

Lançou quatro álbuns que receberam cotação máxima da imprensa especializada. Foi contemplado em importantes prêmios nacionais e

internacionais tanto por sua obra erudita quanto por seu trabalho com a música popular, o que atesta sua abertura a linguagens diversas.

Sua obra musical tem sido executada por relevantes grupos no Brasil, Europa e Estados Unidos. Ultimamente, tem voltado sua atenção especial para a criação de óperas em formato de filme de curta-metragem. Neste sentido, lançou em 2020 “Penélope 19” (tendo como tema a pandemia da COVID-19) e em 2021 “Último Dia”, micro-ópera baseada em episódio biográfico do grande compositor pernambucano Levino Ferreira.

Lôbo estudou e participou em workshops com notáveis compositores e acadêmicos como Peter Nelson, Wolfgang Rihm, Ronald Parks, David Lang, Michael Edwards, Philip Cashian, Brian Eno, João Guilherme Ripper, Rodolfo Caesar, e outros. Em 2018, recebeu o título de Ph.D. em Composição Musical pela Universidade de Edimburgo, Reino Unido.

O PRIMEIRO NÚCLEO DIRIGENTE DO PCB | AUTOR: MICHEL ZAIDAN FILHO – BAIXE DE GRAÇA


https://www.academia.edu/34157402/A_forma%C3%A7%C3%A3o_do_primeiro_grupo_dirigente_do_PCB

HISTÓRIA DA ALIMENTAÇÃO NO BRASIL | AGENDA


História da Alimentação no Brasil: fontes, abordagens e perspectivas do campo.

O estudo da alimentação tem local privilegiado na análise cultural, na medida em que as preferências alimentares figuram entre os traços distintivos e singularizantes de qualquer cultura. A proposta desta mesa é apresentar os contornos do estudo sobre a História da Alimentação no Brasil destacando a diversidade de fontes e abordagens que compõem o mosaico historiográfico sobre o tema.

Mediação: Anny Torres (UFOP)

Palestrantes:

Helder Remigio de Amorim (UNICAP)

José Newton Coelho Meneses (UFMG)

Patrícia M. S. Merlo (UFES)

DOMINGUINHOS


José Domingos de Morais (Garanhuns, 12 de fevereiro de 1941), conhecido como Dominguinhos, é um instrumentista, cantor e compositor brasileiro.

Dominguinhos foi um exímio sanfoneiro, teve como mestres nomes como Luiz Gonzaga e Orlando Silveira. Tem em sua formação musical influências de baião, bossa nova, choro, forró, xote, jazz etc.

Luiz Gonzaga deu o tom e Dominguinhos seguiu a melodia na sanfona.

Mais do que aprender, o discípulo inovou a arte do mestre. Dominguinhos emprestou a sanfona sotaques novos e diferentes.

Não abandonou o baião de seu padrinho, mas também não deixou de brincar em outras praias da música brasileira.

O trabalho de Dominguinhos é mais uma prova de que pouco importa os sotaques ou origens quando trata de fazer música.

No universo dos sons e dos ritmos o que conta mesmo é a sensibilidade, responsável pela emoção e o talento, capazes de transformar ideias e conceitos em obras de arte.

Esses são os ingredientes mais constantes na trajetória do pernambucano de Garanhuns José Domingos de Morais, o Dominguinhos, tendo como pano de fundo um grande talento, eles compõem o quadro da vida de um dos importantes artistas brasileiros.

Fonte: https://www.bahia.ws/biografia-de-dominguinhos/