DOMINGUINHOS


José Domingos de Morais (Garanhuns, 12 de fevereiro de 1941), conhecido como Dominguinhos, é um instrumentista, cantor e compositor brasileiro.

Dominguinhos foi um exímio sanfoneiro, teve como mestres nomes como Luiz Gonzaga e Orlando Silveira. Tem em sua formação musical influências de baião, bossa nova, choro, forró, xote, jazz etc.

Luiz Gonzaga deu o tom e Dominguinhos seguiu a melodia na sanfona.

Mais do que aprender, o discípulo inovou a arte do mestre. Dominguinhos emprestou a sanfona sotaques novos e diferentes.

Não abandonou o baião de seu padrinho, mas também não deixou de brincar em outras praias da música brasileira.

O trabalho de Dominguinhos é mais uma prova de que pouco importa os sotaques ou origens quando trata de fazer música.

No universo dos sons e dos ritmos o que conta mesmo é a sensibilidade, responsável pela emoção e o talento, capazes de transformar ideias e conceitos em obras de arte.

Esses são os ingredientes mais constantes na trajetória do pernambucano de Garanhuns José Domingos de Morais, o Dominguinhos, tendo como pano de fundo um grande talento, eles compõem o quadro da vida de um dos importantes artistas brasileiros.

Fonte: https://www.bahia.ws/biografia-de-dominguinhos/

OS IMPACTOS SOCIAIS DA COVID-19 NO BRASIL


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MAPAS DO TRÁFICO


Mapas do Tráfico Escravo

O Brasil foi a região que mais recebeu escravos no período de 1501 a 1900. De acordo com o Banco de Dados do Comércio Transatlântico de Escravos (The Transatlantic Slave Trade Database, em inglês), 4,86 milhões de escravos foram desembarcados no território brasileiro nesse período – mais do que em qualquer outro destino. Como a fonte é a mais completa e confiável disponível sobre esse tema, o Truco – projeto de checagem de fatos da Agência Pública – classificou a afirmação como verdadeira.

O levantamento faz parte de uma iniciativa internacional de catalogação de dados sobre o tráfico de escravos que inclui, entre outras instituições, a Universidade Harvard e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). As estatísticas são citadas por pesquisadores brasileiros como Luiz Felipe de Alencastro. Em artigo publicado no livro Dicionário da Escravidão e Liberdade (Companhia das Letras, 2018), o historiador destaca a “reconhecida precisão do levantamento” e afirma que os dados oferecem “um panorama amplo e, em boa medida, definitivo do tráfico e do transporte transatlântico de africanos

Empreendido por governos e companhias mercantis, o comércio transatlântico de africanos escravizados deixou numerosos registros, que permitem estimar o total de escravos desembarcados. Segundo o banco de dados, entre 1501 e 1900 foram desembarcados 4,86 milhões de escravos no Brasil, mais que o dobro do que na segunda macrorregião que mais recebeu trabalhadores, o Caribe britânico, com 2,31 milhões de desembarcados. Já a América espanhola, que inclui Chile e Argentina, recebeu 1,29 milhão de escravos. O Caribe francês, que corresponde hoje a países como Haiti, Martinica e Guadalupe, recebeu 1,12 milhão. As colônias holandesas na América foram destino de 444.728 escravos africanos e a América do Norte continental, notadamente os Estados Unidos, recebeu 388.746 escravos no mesmo período. Completam a lista de macrorregiões a África (155.569 escravos desembarcados), as Antilhas dinamarquesas, que correspondem à atual Ilhas Virgens Americanas (108.998 escravos desembarcados), e a Europa (8.861).

Fonte: Fundação Getúlio Vargas